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Crise de pânico no condomínio. Como ajudar?

Normalmente muitas pessoas circulam dentro de um condomínio, além dos moradores e seus próprios funcionários, também acessam: os seus visitantes, prestadores de serviços e funcionários do condomínio. Sabemos que no mundo moderno ninguém está imune ao estresse causado pelas demandas do dia a dia, por isso é tão importante se manter atualizado e preparar a equipe para qualquer intercorrência.

Atualmente nos deparamos com muitas notícias sobre pessoas que “de repente” apresentam alguma crise nervosa e que em muitos casos são reconhecidas como uma Crise de Pânico. Mais o que é? E como podemos ajudar?

Primeiro vamos conhecer um pouco mais sobre esse estado e como ele se desenvolve.

O episódio de uma crise de pânico é o grau máximo da ansiedade, crise de desespero e medo intenso com sintomas como: taquicardia, sudorese, falta de ar, dentre outros.

Todo pico de ansiedade se autorregula naturalmente por si só, mas a pessoa em crise de pânico, não consegue acreditar que isso vai acontecer.

Sintomas: Respiração curta, sensação de sufocamento, tontura, palpitações ou taquicardia, medo de morrer, tremor, náuseas, desconforto toráxico.

Ataques de pânico são diferentes de transtorno de pânico, que precisa ser recorrente e requer tratamento.

Uma crise não determina que outras possam ocorrer.

EQUILIBRIO EMOCIONAL

A crise de pânico ocorre sem avisar e pode ser assustadora.

É importante que aquele que for ajudar ou esteja próximo, mantenha a calma.

Os sintomas geralmente atingem seu pico de intensidade em poucos minutos, por isso, é importante que as pessoas ajam rapidamente para ajudar a aliviar os sintomas.

Se a pessoa morar sozinha, é importante entrar em contato com algum parente próximo (manter o cadastro de moradores atualizado) e não deixar a pessoa sozinho (a) até sua chegada.

Nos condomínios, pode ocorrer em ambientes fechados, como elevadores, então é necessário se manter próximo da porta como se estivesse vendo a pessoa do outr

AFIRMAÇÕES POSITIVAS

Saber o que conversar. Antes de qualquer coisa, quando perceber algo diferente, perguntar se ele (a) precisa de ajuda caso não tenha solicitado. Não presuma, mas se mantenha por perto.

O que a pessoa diz em resposta a alguém que está sofrendo uma crise de pãnico é tão importante quanto o que ela faz.

Afirmação positiva é diferente de frases positivas de efeito e motivacionais, essas não recomendo.

A conversa pode distrair a pessoa e melhorar a sua respiração.

Mas o que DIZER?

Você vai ficar bem; procure não fazer julgamentos, diga que está ali para ajudá[1]lo (a) e não sairá de perto; mantenha uma conversa amigável; procure identificar a origem (medo); faça perguntas: ex. você estava indo para onde? (perguntas tiram o foco do problema); se possível, sente-se com a pessoa; promova o exercício de respiração profunda pelo menos 3 vezes; mostre objetos no local pergunte qual o dia da semana, data.

IMPORTANTE

Tenha empatia – algumas pessoas podem se sentir envergonhadas por nunca terem passado por isso, além de ser algo que envolve um nível de estresse.

Quanto menos pessoas estiverem no local, melhor. Ninguém nesse estado quer plateia.

Reforce que é importante pedir ajuda e apoio de um profissional.

 

Andrea Soares

Gestora de Empreendimentos e Psicoterapeuta

Instagram – andreasoares.psicoterapeuta

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